Conscientes que estão os meus amigos neste momento do que é a ameaça moitense é necessário precaverem-se da sua chegada. Assim sendo vou ajudar-vos na escolha das melhores armas para a defesa dos nossos lares em caso de invasão!
Conhecendo o Inimigo:
- São normalmente animais anfíbios que utilizam o esgoto como meio de deslocação, o cheiro a merda neste ambiente é muito intenso por isso é quase impossível distingui-los do meio envolvente! Não são animais racionais, caso o fossem não viveriam na Moita, por isso não existe a hipótese de dialogo!
Esteja sempre preparado:
- Nunca se sabe quando vai surgir um pela sanita ou pela sarjeta da nossa rua! Por isso traga sempre uma arma com que se possa defender.
Armas, quais utilizar e quais evitar:
- Caçadeira: Imaginem um saco de asas cheio de merda fresca, consistência semi-diarrética, pendurado num ramo sobre o qual disparam um cartucho de caçadeira... estão a ver bem a quantidade de merda pelo ar? Queriam ter que limpar a vossa casa depois disso?
- Pistola: Claramente ineficaz, uma singela bala contra um monte de merda de 80kgs... pfff...
- Faca: Só para os verdadeiros duros, é preciso uma resistência tipo Conan para ir mano-a-mano contra um bloco de merda tão grande. Se estiver estômago para este tipo de acção por favor filme e envie!!
- Lança-Chamas: Muito bons resultados em ambiente de teste, pena é ser ilegal e de difícil acesso à maioria, podem sempre fazer o truque do isqueiro com a laca da avó!
- Granada: Só recomendável em espaços abertos, se tiverem uma horta atraiam o invasor até lá e se o apanharem com uma granada na altura certa ainda poupam no adubo.
- Secador potente: Pode parecer estúpido, e é, mas um secador daqueles do cabeleireiro tão forte que faça a cara da Lili parecer um recém-nascido é o ideal para encontros próximos com moitenses, apontem para a zona geral da cabeça (sei que no meio de tanta merda pode ser confuso!) e disparem. Vão acabar com uma espécie de monte de barro seco que curiosamente também perde um pouco do cheiro.
Equipamento obrigatório:
- Avental: Para eventuais salpicos de moitense.
- Mascara de Gás: Não vai mesmo querer cheirar um moitense enquanto o mata pois não?
- Botas de Borracha: Dão sempre jeito.
- Cuecas de ferro: Não vá o diabo tecê-las, ou um moitense pensar que é da família dele!
Qualquer foto ou vídeo será extremamente bem-vindo, boa caça, peço desculpa BOA DEFESA.
sexta-feira, 20 de março de 2009
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Eles andem ai... (parte 2)
Para provar que é mesmo verdade tenho acompanhado nestes últimos tempo com muita atenção a expansão demográfica da Moita e aqui está o que me alarmou:

Isto era a situação "normal" da zona onde pastavam os moitenses à 1 ano atrás.

E isto é agora!
Tenham cuidado e aprendam a distinguir um moitense só de passar por ele, o que não é difícil pois irá certamente cheirar muito a cócó.

Isto era a situação "normal" da zona onde pastavam os moitenses à 1 ano atrás.

E isto é agora!
Tenham cuidado e aprendam a distinguir um moitense só de passar por ele, o que não é difícil pois irá certamente cheirar muito a cócó.
Eles andem ai... (parte 1)
Pois é andam por ai a infiltrar-se e pensam que ninguém dá por eles... mas eu sei!
Ainda ontem vi um numas obras no Lavradio, mais tarde outro a trabalhar num mini-mercado mas pior ainda foi encontrar um grupo deles em Alhos Vedros.
Depois de tantos outros a entrar no nosso país eis que aparecem os moitenses!!
Aconselho vivamente a comprarem armas para se defenderem desta espécie senão um dia ainda se arriscam a ter um na vossa casa e desta vez não é como animal de estimação...
Ainda ontem vi um numas obras no Lavradio, mais tarde outro a trabalhar num mini-mercado mas pior ainda foi encontrar um grupo deles em Alhos Vedros.
Depois de tantos outros a entrar no nosso país eis que aparecem os moitenses!!
Aconselho vivamente a comprarem armas para se defenderem desta espécie senão um dia ainda se arriscam a ter um na vossa casa e desta vez não é como animal de estimação...
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Miss Moita
As beldades da Moita são por demais conhecidas de todos, e se como dizem a beleza está no olho de quem vê estas tiveram que sair do olho do cu!
Ora é por esta altura do ano que se promove o evento da Miss Moita, nesta grandiosa festa decide-se qual a mais formosa donzela dessa localimerdade. (acabei de inventar uma palavra que vou passar a usar para falar sobre a Moita!)
Este ano o desfile foi tão grande que se chegou a pensar que tivesse rebentado algum cano do esgoto ou que as sarjetas tivessem todas entupido com as chuvadas!
Não foi fácil escolher a mais "bonita" mas apôs longa deliberação lá se decidiram por esta jovem:
Ora é por esta altura do ano que se promove o evento da Miss Moita, nesta grandiosa festa decide-se qual a mais formosa donzela dessa localimerdade. (acabei de inventar uma palavra que vou passar a usar para falar sobre a Moita!)
Este ano o desfile foi tão grande que se chegou a pensar que tivesse rebentado algum cano do esgoto ou que as sarjetas tivessem todas entupido com as chuvadas!
Não foi fácil escolher a mais "bonita" mas apôs longa deliberação lá se decidiram por esta jovem:
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Já andava eu retirado há muito tempo deste blog quando retornei para ver que tinha comentários ofensivos à minha pessoa, ora como pessoa sensível que sou não podia deixar passar isto em claro. Tá claro!
Amigo anónimo,
Se eu por acaso me atirasse da vasco da gama, e com um pouco de azar e de vento, ainda me arriscava a cair dentro da cona da tua mãe ou do cu do teu pai (se não forem a mesma coisa...)
beijos e abraços
P.S.: Fica a promessa de voltar com mais novidades merd... moitenses!
Anónimo disse...
levaste no cu dos gajos da moita e ficaste assim, a moita não é merda
deviam ter vergonha, não gozo com a tua terra, por isso não gozes com a minha. Ao passares pela Vasco da Gama, atira-te lá para baixo
12 de Janeiro de 2008 19:27
Amigo anónimo,
Se eu por acaso me atirasse da vasco da gama, e com um pouco de azar e de vento, ainda me arriscava a cair dentro da cona da tua mãe ou do cu do teu pai (se não forem a mesma coisa...)
beijos e abraços
P.S.: Fica a promessa de voltar com mais novidades merd... moitenses!
quarta-feira, 12 de março de 2008
Dia de festa, a Mer... Moita toda celebra!
E não é caso para menos. Hoje, pela primeira vez desde que se recorda, nasceu um moitense sem ser pelo cu!
É verdade que parece mentira mas não é, aparentemente também podem nascer moitenses pela vagina.
Ainda por identificar está o pai dado que esta família mora num celeiro com todo o seu gado e entre porcos, burros, gatos, parentes e cães tudo malhou na mãe da criança... Alguns dirão "Então mas e não se parece com o pai???" pois a esses convido-os a tentarem distinguir um moitense de duas patas de um com quatro!
Com a criança/coisa está tudo bem e até já comeu de bom grado a primeira refeição de granulado. Quanto à mãe só disse "De onde este veio mais hão-de sair!", enquanto sorria pelo meio dos dois dentes e meio que lhe restam. E eu acredito que sim pois não deve ser fácil obrigar um jumento (seja ele marido ou não) a usar preservativo!
É verdade que parece mentira mas não é, aparentemente também podem nascer moitenses pela vagina.
Ainda por identificar está o pai dado que esta família mora num celeiro com todo o seu gado e entre porcos, burros, gatos, parentes e cães tudo malhou na mãe da criança... Alguns dirão "Então mas e não se parece com o pai???" pois a esses convido-os a tentarem distinguir um moitense de duas patas de um com quatro!
Com a criança/coisa está tudo bem e até já comeu de bom grado a primeira refeição de granulado. Quanto à mãe só disse "De onde este veio mais hão-de sair!", enquanto sorria pelo meio dos dois dentes e meio que lhe restam. E eu acredito que sim pois não deve ser fácil obrigar um jumento (seja ele marido ou não) a usar preservativo!
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
A realidade passa a fantasia!
Pois é... ir à Moita, por mais nojento que seja, consegue ser sempre uma experiência única!
Este pequeno relato que vou partilhar a seguir é completamente verídico, e acho que consegue ultrapassar em ridículo muitas outras narrativas que eu tentasse criar da minha mente!
Tudo começou normalmente quando tive necessidade de um arranjo mecânico num veículo e depois de procurar entre vários sítios na zona me indicaram um na Moita que, aparentemente, seria porreiro. Na altura praguejei, cuspi no chão e mandei uma série de caralhadas para o ar mas decidi arriscar...
O trabalho foi feito e ontem fui buscar o veiculo, entrei na oficina e enquanto esperava aparece um casal de Moitenses do mais grunho possível, ele com um cabelo banhado em óleo de fritar batatas, camisola de flanela grossa aos quadrados e uma cor de pele que aparentava ser merda barrada embora fosse caucasiano... ela por seu lado com um cabelo comprido de tonalidade preto nojo, três dente inteiros a coroar uma linda boca e um avental daqueles com bolso à frente.
O grunho macho abre a boca e solta qualquer coisa como a seguinte frase:
- Fnhafomasemabooma?
Eu, o Lavradiense (que me tinha dado boleia), o tipo da oficina e a mulher do grunho ficamos a olhar para o animal num modo que não conseguía esconder a nossa incapacidade de o compreender. Ele próprio se apercebeu disso, não sem antes passarem alguns segundos, e voltou a falar:
- Fn-ha fo-m ase-mab oo-ma? - como se por falar mais devagar se tornasse mais fácil de entender!
O tipo da oficina estreitou os olhos e lá conseguiu decifrar o que o grunho disse, é normal uma vez que também ele é da Moita. Óbvio é também o facto de eu e o Lavradiense termos ficado sem saber qual a pergunta feita...
- Isso é lá na avenida principal, têm que ir à agência XXXXXXX! (não vou fazer publicidade a merda nenhuma na moita, foda-se!!!)
A grunha pareceu satisfeita com a resposta levou dali o esposo e aquela situação passou-se.
Depois fomos ao Modelo da Moita, onde fomos atendidos por uma fêmea moitense que mais parecia um ogre do Senhor do Anéis, caso ela um dia peça uma rebarbadora e consiga desbastar a puta da barba de certeza que se fazem dali muitos esfregões de palha de aço!!!
Ao sair da Moita chegamos ao carro para nos deparar com outra situação só possível na moita. Estava um AX vermelho completamente fodido parado em frente a nós e com dois pilares de cimento ao lado, o dono aparece de seguida enquanto nos preparávamos para seguir caminho. Um moitense do mais alto calibre com calção curto (embora estivesse frio!), manga cava, e belo do sapatinho de ir ao cu ao passarinho! Puxa da chave entra na "máquina" engata uma marcha-atrás vira o volante todo e... mama um pilar de cimento!!! Mas o animal não ficou por aqui! Parou olhou e viu o que fez, depois encheu o peito de ar e carregou no acelerador! Poste com o caralho, lado do carro com o caralho mas tudo bem... ao ouvir o barulho cá fora, sai da casa em frente aos postes uma velha enrugada e de linda voz que chilreia o seguinte:
- Filhas da puta!!! Desde que mandei por aqui os postes que os fodem todos os dias paneleiros da merda!
O tipo do AX para o carro, sai e volta atrás para recolocar o poste de pé e no sitio! A velha, apaziguada por ver o poste de novo erecto, volta contente para casa.
Eu e O Lavradiense parecia que tínhamos ido para uma dimensão alternativa, mas conseguimos recompor-nos e voltar a casa.
Sem duvida que a realidade suplanta a fantasia! E a Moita é e será sempre a maior merda do mundo!!!
Este pequeno relato que vou partilhar a seguir é completamente verídico, e acho que consegue ultrapassar em ridículo muitas outras narrativas que eu tentasse criar da minha mente!
Tudo começou normalmente quando tive necessidade de um arranjo mecânico num veículo e depois de procurar entre vários sítios na zona me indicaram um na Moita que, aparentemente, seria porreiro. Na altura praguejei, cuspi no chão e mandei uma série de caralhadas para o ar mas decidi arriscar...
O trabalho foi feito e ontem fui buscar o veiculo, entrei na oficina e enquanto esperava aparece um casal de Moitenses do mais grunho possível, ele com um cabelo banhado em óleo de fritar batatas, camisola de flanela grossa aos quadrados e uma cor de pele que aparentava ser merda barrada embora fosse caucasiano... ela por seu lado com um cabelo comprido de tonalidade preto nojo, três dente inteiros a coroar uma linda boca e um avental daqueles com bolso à frente.
O grunho macho abre a boca e solta qualquer coisa como a seguinte frase:
- Fnhafomasemabooma?
Eu, o Lavradiense (que me tinha dado boleia), o tipo da oficina e a mulher do grunho ficamos a olhar para o animal num modo que não conseguía esconder a nossa incapacidade de o compreender. Ele próprio se apercebeu disso, não sem antes passarem alguns segundos, e voltou a falar:
- Fn-ha fo-m ase-mab oo-ma? - como se por falar mais devagar se tornasse mais fácil de entender!
O tipo da oficina estreitou os olhos e lá conseguiu decifrar o que o grunho disse, é normal uma vez que também ele é da Moita. Óbvio é também o facto de eu e o Lavradiense termos ficado sem saber qual a pergunta feita...
- Isso é lá na avenida principal, têm que ir à agência XXXXXXX! (não vou fazer publicidade a merda nenhuma na moita, foda-se!!!)
A grunha pareceu satisfeita com a resposta levou dali o esposo e aquela situação passou-se.
Depois fomos ao Modelo da Moita, onde fomos atendidos por uma fêmea moitense que mais parecia um ogre do Senhor do Anéis, caso ela um dia peça uma rebarbadora e consiga desbastar a puta da barba de certeza que se fazem dali muitos esfregões de palha de aço!!!
Ao sair da Moita chegamos ao carro para nos deparar com outra situação só possível na moita. Estava um AX vermelho completamente fodido parado em frente a nós e com dois pilares de cimento ao lado, o dono aparece de seguida enquanto nos preparávamos para seguir caminho. Um moitense do mais alto calibre com calção curto (embora estivesse frio!), manga cava, e belo do sapatinho de ir ao cu ao passarinho! Puxa da chave entra na "máquina" engata uma marcha-atrás vira o volante todo e... mama um pilar de cimento!!! Mas o animal não ficou por aqui! Parou olhou e viu o que fez, depois encheu o peito de ar e carregou no acelerador! Poste com o caralho, lado do carro com o caralho mas tudo bem... ao ouvir o barulho cá fora, sai da casa em frente aos postes uma velha enrugada e de linda voz que chilreia o seguinte:
- Filhas da puta!!! Desde que mandei por aqui os postes que os fodem todos os dias paneleiros da merda!
O tipo do AX para o carro, sai e volta atrás para recolocar o poste de pé e no sitio! A velha, apaziguada por ver o poste de novo erecto, volta contente para casa.
Eu e O Lavradiense parecia que tínhamos ido para uma dimensão alternativa, mas conseguimos recompor-nos e voltar a casa.
Sem duvida que a realidade suplanta a fantasia! E a Moita é e será sempre a maior merda do mundo!!!
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